Páginas

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Missão 2019


A missão dos novos governantes será combater o déficit nas contas públicas, aumentar a competitividade da economia e negociar a formação de consensos no Congresso Nacional e nas Assembléias Legislativas de cada estado da federação não são tarefas fáceis mais são essenciais para o Brasil voltar a crescer. Eles precisarão demonstrar liderança, ação e capacidade de negociação para realizar as reformas necessárias. O Brasil que queremos no futuro passa por um filtro moral que governo, empresas e instituições estarão sujeitos a partir de agora. Direita, esquerda, centro, somos todos um só povo, um só Brasil.
Temos a oportunidade de começar uma nova era na política, na sociedade e no mercado corporativo.


Inicio de novo Governo

JAIR MESSIAS BOLSONARO - Presidente da República
Nascimento: 21 de março de 1955 
Militar da reserva, político e presidente eleito do Brasil
Filiado ao Partido Social Liberal (PSL), foi deputado federal por sete mandatos entre 1991 e 2018, sendo eleito através de diferentes partidos ao longo de sua carreira. Seu irmão Renato Bolsonaro e três de seus filhos também são políticos: Carlos Bolsonaro, Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro. Formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras em 1977 e serviu nos grupos de artilharia de campanha pára-quedista do Exército Brasileiro. Bolsonaro ingressou na reserva em 1988, com o posto de capitão, para concorrer à Câmara Municipal do Rio de Janeiro naquele ano. Foi eleito vereador pelo Partido Democrata Cristão, partido que seria extinto em 1993. Em 1990, candidatou-se a deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro. Foi o candidato mais votado, com apoio de 6% do eleitorado fluminense (464 mil votos), sendo reeleito por seis vezes. Durante seus 27 anos na Câmara dos Deputados, ficou conhecido por ter uma personalidade controversa, por conta de suas visões políticas geralmente caracterizadas como populistas e de extrema-direita, que incluem a simpatia pela ditadura militar no Brasil e a defesa das práticas de tortura por aquele regime.


Antonio Hamilton Martins Mourão Vice-Presidente da República
ingressou no Exército em 1972, na Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende, no Rio de Janeiro, também frequentada por Bolsonaro. Foi instrutor da mesma academia, cumpriu missão de Paz em Angola e foi adido militar do Brasil na Venezuela. Ele também comandou a 6ª Divisão de Exército e o Comando Militar do Sul. 

Ministros Governo Jair Bolsonaro

André Luiz de Almeida Mendonça (AGU)
Já trabalhou na AGU, onde foi Corregedor-Geral, Adjunto do Procurador-Geral da União e Diretor do Departamento de Patrimônio e Probidade, Coordenador de Medidas Disciplinares, Vice-Diretor da Escola da AGU e Procurador-Seccional da União em Londrina.
Atualmente é assessor especial da Controladoria Geral da União (CGU), responsável por coordenar as comissões de negociação dos acordos de leniência no âmbito da CGU.
O advogado é formado pela Faculdade de Direito de Bauru e fez curso sobre corrupção na Universidade de Salamanca, na Espanha.

Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional)
O general Heleno se formou na Academia Militar das Agulhas Negras com o primeiro lugar na turma de cavalaria em 1969 - oito anos antes, portanto, que Bolsonaro. Tornou-se conhecido do grande público ao ser nomeado o primeiro comandante militar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah), liderada pelo Brasil, cargo que ocupou de 2004 a 2005.
Depois, assumiu, em setembro de 2007, o Comando Militar da Amazônia (CMA), um dos postos mais prestigiosos do Exército. Menos de dois anos depois, porém, foi removido após chamar a política indigenista do governo Lula (2003-2010) de "caótica" e dizer que a demarcação contínua da reserva Raposa-Serra do Sol era uma "ameaça à soberania nacional".

Bento Costa Lima Leite (Minas e Energia)
É militar da Marinha, e ocupa o posto de Almirante de Esquadra. Hoje, Costa é diretor-geral de desenvolvimento nuclear e tecnológico da força.
Em seu último cargo antes de ser indicado ministro, Bento esteve à frente do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) e o Programa Nuclear da Marinha (PNM). Costa é pós-graduado em ciência política pela Universidade de Brasília (UnB) e também concluiu um MBA em gestão pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Carlos von Doellinger (Ipea)
O economista Carlos von Doellinger foi indicado por Paulo Guedes para presidir o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Pesquisador aposentado da instituição e economista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), von Doellinger presidiu o Banco do Estado do Rio de Janeiro (Banerj) e já integra a equipe econômica de transição do futuro governo.
O instituto tem a função de dar suporte técnico ao governo para a formulação e de políticas públicas e programas de desenvolvimento.

Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo)
Gaúcho da cidade de Rio Grande (RS), Carlos Alberto é engenheiro civil de formação e general da reserva do Exército. Enquanto estava na ativa, Carlos Alberto comandou a missão de paz no Haiti, a Minustah, de 2007 a 2009. Também chefiou a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça, durante alguns meses no governo de Michel Temer (MDB).
A Secretaria de Governo têm sua estrutura dentro do Palácio do Planalto. Hoje chefiado por Carlos Marum (MDB), o órgão é um dos responsáveis pela fazer a articulação com o Congresso. Hoje, são quatro os ministérios que funcionam dentro do Palácio: Casa Civil, Secretaria-Geral, Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e a Secretaria de Governo.

Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos)
A advogada e pastora evangélica Damares Alves, atualmente assessora do senador Magno Malta (PR-ES), foi confirmada como ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos no governo de Jair Bolsonaro. Sua pasta incluirá também a Funai (Fundação Nacional do Índio) - a decisão contraria a vontade de representantes dos povos indígenas que defendiam a manutenção do órgão no Ministério da Justiça.

Ernesto Araújo (Relações Exteriores)
O embaixador de 51 anos é atualmente diretor do Departamento dos Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos.

Fernando Azevedo e Silva (Defesa)
é general da reserva e foi assessor do presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli.
Foi chefe do Estado-Maior do Exército e esteve à frente da Autoridade Pública Olímpica durante o governo de Dilma Rousseff
Azevedo e Silva também foi chefe da assessoria parlamentar do Comando do Exército de 2003 a 2004.

Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral da Presidência)
Advogado de formação, Gustavo Bebianno presidiu o partido de Bolsonaro, o PSL, durante a campanha eleitoral. É considerado uma das pessoas mais próximas do presidente eleito.
A Secretaria-Geral é um dos quatro ministérios atuais cuja estrutura fica dentro do Palácio do Planalto; sua função é auxiliar o presidente da República no relacionamento com a sociedade civil, entre outras tarefas.
Ao ser anunciado como o futuro titular do órgão, Bebianno disse que sua pasta será a responsável por tocar o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), criado por Michel Temer, com o objetivo de acelerar privatizações e concessões de serviços públicos (rodovias, aeroportos etc).

Gustavo Canuto (Desenvolvimento Regional)
O ministério criado pelo governo Bolsonaro será uma fusão dos ministérios das Cidades e da Integração Nacional, do qual Canuto é o atual secretário executivo. "Vamos unir as políticas de desenvolvimento regional e urbano. O país tem histórias de desenvolvimento muito diferentes, cada estado tem sua própria cultura e especialidades o ministério vai potencializar essas especialidades", disse ele em entrevista após o anúncio.

Joaquim Levy (BNDES)
O futuro presidente do BNDES foi nomeado ministro da Fazenda por Dilma Rousseff para seu segundo mandato e anunciado pouco depois de a presidente se reeleger. O cargo era ocupado até então por Guido Mantega.
Levy administrava na época um dos braços do banco Bradesco, o Bradesco Asset Management, e teria sido escolhido depois de o então presidente da instituição, Luiz Carlos Trabuco, ter declinado o convite para o mesmo cargo.
Ex-aluno do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, ele é visto como um adepto do liberalismo econômico, que prega uma menor intervenção do Estado na economia, filosofia criticada por Mantega.

Luiz Mandetta (Ministério da Saúde)
O deputado do DEM do Mato Grosso do Sul é ortopedista e foi secretário de Saúde em Campo Grande entre 2005 e 2010, quando saiu para candidatar-se a deputado federal, cargo que ocupa desde então médico pediatra, disse em 2013 que a vinda de cubanos para o Mais Médicos era um "navio negreiro do século 21".

Mansueto Almeida (Tesouro)
Atual secretário do Tesouro Nacional do governo Temer, Almeida permanecerá no governo Bolsonaro. Antes de se tornar secretário do Tesouro, ocupava o cargo de secretário de Acompanhamento Fiscal, Energia e Loteria do ministério da Fazenda.
É economista licenciado do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), especialista em contas públicas, e é visto como alguém com bom conhecimento sobre previdência, área que é um dos principais desafios que o próximo governo enfrentará.

Marcelo Álvaro Antônio (Turismo)
O futuro ministro é deputado federal pelo PSL de Minas Gerais e membro da Frente Parlamentar Evangélica da Câmara. Está em seu segundo mandato como deputado e tem 44 anos. Antes de se candidatar a deputado federal. foi vereador por Belo Horizonte.

Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia)
Nascido em São Paulo, em 1963, Marcos Pontes é mestre em Engenharia de Sistemas, engenheiro aeronáutico, piloto de testes de aeronaves e astronauta. Ele entrou na Força Aérea Brasileira em 1981. Em 1998, passou em um concurso público da Agência Espacial Brasileira (AEB) para representar o Brasil na NASA na função de astronauta. Tornou-se o primeiro astronauta brasileiro


Maurício Valeixo (Polícia Federal)
Escolhido pelo futuro ministro da Justiça Sergio Moro, o delegado é o atual Superintendente da Polícia Federal no Paraná. Foi Diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado de 2015 a 2017. Antes disso, passou dois anos como adido policial na embaixada brasileira em Washington, nos Estados Unidos.

Onyx Lorenzoni (Casa Civil)
ocupará o cargo de ministro-chefe da Casa Civil no novo governo o parlamentar gaúcho é articulador da campanha do presidente eleito desde 2017. Há cerca de um ano, começou a realizar jantares em sua casa em Brasília a fim de atrair outros parlamentares e construir uma frente suprapartidária de apoio ao capitão reformado.
Lorenzoni, de 64 anos, é médico veterinário e iniciou sua atuação política como dirigente de entidades da categoria no Rio Grande do Sul. Ele é sócio do Hospital Veterinário Lorenzoni onde, por mais de 20 anos, atuou como clínico e cirurgião de pequenos animais.

Osmar Terra (Cidadania e Ação Social)
Ex-ministro do Desenvolvimento Social do governo Michel Temer, Terra é deputado federal pelo MDB há cinco mandatos.
A pasta de Cidadania e Ação Social vai juntar os atuais ministérios do Desenvolvimento Social, Esporte e Cultura. Segundo o ministro, também estará sob sua esfera parte da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad). Cada área terá um secretário, a ser nomeado.
O programa Bolsa Família, diz o ministro, será mantido, "com foco em geração de emprego e renda". "A maior vitória de um programa é a redução de pessoas que precisam dele. É isso que vamos trabalhar."

Paulo Guedes (Economia)
O economista liberal Guedes deve assumir um super-Ministério da Fazenda, previsto para incorporar também as pastas do Planejamento, da Indústria e Comércio, além da secretaria que hoje cuida de concessões e privatizações.
O economista já declarou que gostaria de vender todas as estatais, sem restrições, mas Bolsonaro quer preservar as que considera "estratégicas", como Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica.
"Mais Brasil e menos Brasília", resumiu em artigo do ano passado, com críticas à "concentração de poder político e recursos financeiros no governo federal".
Carioca, nascido em 1949, Guedes deixou o Brasil nos anos 1970 para fazer doutorado sobre política fiscal na Universidade de Chicago (EUA), referência no ensino de economia liberal. De lá saíram os chamados Chicago Boys, grupo de economistas que atuou no governo do ditador chileno Augusto Pinochet (1973-1990).

Pedro Guimarães (Caixa Econômica Federal)
O escolhido para presidir o banco agente das políticas públicas do governo federal é PhD em Economia pela Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, com especialização em privatizações, tem experiência no mercado financeiro, com passagem por instituições como os bancos Bozano, Simonsen; BTG Pacutal e Brasil Plural.

Ricardo de Aquino Salles (Meio Ambiente)
advogado Ricardo de Aquino Salles foi secretário de Meio Ambiente do governo de São Paulo no governo de Geraldo Alckmin (PSDB). É também um dos criadores do movimento de direita Endireita Brasil. "Vamos preservar o meio ambiente sem ideologia e com muita razoabilidade", disse Salles, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo após Bolsonaro indicar seu nome ao cargo.

Ricardo Vélez Rodríguez (Educação)
o colombiano Ricardo Vélez Rodríguez, filósofo e professor emérito da Escola de Comando e estado Maior do Exército. Seu currículo acadêmico na plataforma Lattes diz que o futuro ministro tem graduação em filosofia pela Universidade Pontifícia Javeriana (1964), graduação em teologia pelo Seminário Conciliar de Bogotá (1967), mestrado em filosofia pela PUC-Rio (1974), doutorado em filosofia pela Universidade Gama Filho (1982) e pós-doutorado pelo Centro de Pesquisas Políticas Raymond Aron, Paris.
.
Roberto Campos Neto (Banco Central)
Tem 49 anos e é diretor do banco Santander, responsável pela tesouraria. É especialista em finanças pela Universidade da Califórnia.
Seu nome será levado ao Senado, que tem a atribuição de aprovar a indicação.
Trabalhou no Banco Bozano Simonsen de 1996 a 1999. De 2000 a 2003, trabalhou como chefe da área de Renda Fixa Internacional no Santander Brasil. Em 2004, ocupou a posição de Gerente de Carteiras na Claritas. Voltou ao Santander Brasil em 2005 como Operador e em 2006 foi Chefe do Setor de Trading. Em 2010, passou a ser responsável pela área de Proprietária de Tesouraria e Formador de Mercado Regional & Internacional.
O Banco Central é o responsável, entre outras atribuições, pelo controle da inflação no País. Cabe a ele conduzir as políticas monetária, cambial, de crédito, e de relações financeiras com o exterior; a regulação e da supervisão do Sistema Financeiro Nacional; a administração do Sistema de Pagamentos Brasileiro e os serviços do meio circulante.

Roberto Castello Branco (Petrobras)
doutor em economia pela FGV e tem pós-doutorado pela Universidade de Chicago. Foi Professor da FGV, presidente executivo do Ibmec, diretor do Banco Central, diretor executivo de instituições financeiras e diretor e economista chefe da Vale S.A..

Rubem Novaes (Banco do Brasil)
PhD em Economia pela Universidade de Chicago, foi professor da Fundação Getúlio Vargas, diretor do BNDES e presidente do Sebrae.


Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública)
O juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba era responsável pelo julgamento dos processos da Operação Lava Jato até aceitar o convite de Jair Bolsonaro para o governo. Com isso terá que deixar seu cargo no Judiciário.

Tarcísio Gomes de Freitas (Infra-estruturar)
engenheiro civil formado pelo Instituto Militar de Engenharia (IME), e possui pós-graduação em gerenciamento de projetos e engenharia de transportes. Hoje, trabalha como consultor legislativo da Câmara dos Deputados - é responsável por avaliar e escrever análises sobre projetos de lei e outras matérias que tramitam na Casa.

Tereza Cristina (Agricultura)
deputada federal pelo DEM do Mato Grosso do Sul e começou seu primeiro mandato em 2015. É engenheira agrônoma e teve cargos em governos do seu estado.

Wagner do Rosário (CGU)
Funcionário de carreira da CGU e militar, é em Ciências Militares pela Academia das Agulhas Negras e mestre em Combate à Corrupção e Estado de Direito pela Universidade de Salamanca, na Espanha. Também já atuou como Oficial do Exército.




quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Quem somos e nossos objetivos:

Queremos a Verdade - We Want the Truth.
  
Nossa Equipe :
Gray Wolf , veterano Policial do Exército e repórter investigativo
Carl Gustav Pilot der Luftfahrt reporter investigativo 
River Owl reporter investigativo 
Yen Kazz veterano Policial do Exército e jornalista

Abordaremos temas que valem pela importância e pela virtude. De forma imparcial, trataremos os fatos relevantes que acontecem pelo mundo. Buscaremos a verdade, investigando e externando, sempre que possível, o parecer de cada um dos lados da noticia, dos fatos técnicos, históricos e relevantes. Esperamos, portanto, que este espaço seja útil ao leitor para tirar algumas de suas dúvidas e também para se posicionar. Façamos isso sempre com sabedoria, respeito e senso de oportunidade. Somos Brasil!

We Want The Truth - We Want The Truth.
  
Our team :
Gray Wolf , veteran Army Police Officer and investigative reporter
Carl Gustav Pilot der Luftfahrt investigative reporter
River Owl investigative reporter
Yen Kazz Veteran Army Police Officer and Journalist

We will approach in an impartial way all the relevant news that happen around the world, approaching the truth thoroughly investigating all putting always the opinion of each side of the news, technical facts, historical facts and relevant facts will always be addressed making it thus an easy tool understanding of the reader to get their doubts and to