O Brasil, hoje,
enfrenta um perigosíssimo processo de extinção do sentimento patriótico.
Estamos nos tornando um país desprovido de sentimentos nobres.
Nossa nobreza de
sentidos está sucumbindo pela deformidade cognitiva do que seja patriotismo,
moral e civismo.
Essa ausência de
valores é observada na ação iconoclasta de instituições públicas, na corrupção
gerada pela política, na ausência de uma educação moralmente identificada, na
falta de méritos na atividade privada e na falência cultural da sociedade.
Assim, é preciso
restabelecer os conceitos mais básicos sobre os valores que identificam a
nação, a pátria, a soberania e a cidadania, para, então, identificar o que há
de errado em nosso país. Esse é o sentido deste artigo.
Identificação
com a Pátria
O patriota é
aquele que ama seu país e procura servi-lo da melhor forma possível.
Patriotismo é um
sentimento voluntário, unilateral, de amor e pertencimento. Revela a disposição
de entrega à causa da pátria.
O patriota (do
grego patriotes – patrício), não apenas respeita; ele ama os símbolos da
pátria, a bandeira, o hino, o brasão. Nutre identidade com os vultos históricos
e as riquezas naturais. Ele serve ao seu país e é solidário aos que devotam o
mesmo sentimento de patriotismo.
O Professor
Paulo Nogueira Neto lecionava que “homem é território”. Ele queria com isso
dizer que toda atividade antrópica se refletia territorialmente.
Levando em conta
esse pressuposto, a pátria é o território e o reflexo do homem – o conjunto de
elementos que identificam o ser humano com sua terra natal, seus costumes, seus
símbolos e seus ancestrais.
A pátria soma
elementos tangíveis (terra, água, ar, clima, paisagem, fauna, flora e símbolos
nacionais), e elementos intangíveis (amor, identidade, apreço e respeito).
Patriotismo é
sentimento que acomete todo tipo de indivíduo predisposto a amar a causa da
pátria.
Crianças e
velhos, cidadãos natos e estrangeiros (que aprenderam a amar o país),
criminosos circunstanciais e encarcerados habituais… todos podem nutrir esse
sentimento de pertencimento. Sentem-se dignos, porque o patriotismo é sinônimo
de dignidade.
Essa
predisposição a sentir é epistemológica. Pressupõe uma ambiência, uma percepção
social, uma cultura de identificação com os símbolos nacionais, um sentimento
disseminado de amor á terra e engajamento com seus valores.
Patriotismo e
cidadania
Patriotismo é,
também, cidadania, mas não se confunde com esta.
Cidadania é o
exercício dos direitos e deveres civis, políticos e sociais, estabelecidos pelo
ordenamento constitucional do País. Implica direitos e deveres interligados na
consecução dos objetivos nacionais.
Cidadania não é
um sentimento voluntário e unilateral. É um exercício de integração à sociedade
politicamente organizada.
Exercer a
cidadania é ter consciência de seus direitos e obrigações e incumbir-se de
implementá-los cotidianamente.
Assim, é
possível a existência de cidadãos que desprezam a pátria e não hesitam em fazer
uso de sua integração à sociedade politicamente organizada para justamente
conspirar contra ela. Poderão fazê-lo “exercendo sua cidadania”.
Cidadania é
razão, é exercício – algo que se exerce.
Patriotismo é
amor, devoção, é sentimento – algo que se sente.
Conceituados
dinamicamente, tanto a cidadania quanto o patriotismo inspiram um senso de
dever. No entanto, o dever do cidadão é para com o Estado de Direito posto,
enquanto o dever do patriota é com a Pátria.
Patriotismo e
nacionalismo
O patriotismo
também não pode ser confundido com nacionalismo, embora este possa compor um
dos aspectos idealistas do patriotismo.
Ou seja, nem
todo patriota é nacionalista e o nacionalista nem sempre é patriota.
Monumento em
homenagem à Força Expedicionária Brasileira em Monte Castelo – Itália
Charles De
Gaulle definia: “patriotismo é quando o amor por seu próprio povo vem primeiro”
e “nacionalismo quando o ódio aos demais povos vem primeiro”. Por óbvio a
mensagem estava contaminada pelo trauma sofrido com o nazismo.
Para entender
melhor a diferença entre patriotismo e nacionalismo, é preciso ter em mente os
conceitos básicos de “nação” e “país”.
Nação é
expressão cultural da pátria. Ela é intangível.
O País é
expressão material do território e sua organização política. Ele é tangível.
Portanto, há
nação sem país. Há países que abrigam expressões policulturais e há, também,
países constituídos por várias nações.
Brasil: um
deserto de patriotas?
O
patriotismo revela-se no impulso de defender a pátria contra uma injusta
opressão; quando estão em risco a independência nacional e a sua
autodeterminação.
Na linguagem
quotidiana, a noção de nobreza relaciona-se com valores humanos como a
lealdade, a honestidade e a retidão moral
O patriotismo é
um sentimento nobre. Inclui todos os valores de nobreza, dedicados à pátria.
São os patriotas
que constroem os verdadeiros valores da pátria. A nação é forjada por eles e
nenhum país sobrevive sem patriotas.
O Brasil, hoje,
enfrenta um perigosíssimo processo de extinção do sentimento patriótico.
Estamos nos
tornando um país desprovido de sentimentos nobres.
Nossa nobreza de
sentidos está sucumbindo pela ação iconoclasta de uma militância sem causas.
A iconoclastia é
dirigida a tudo o que pode significar identidade patriótica e vem sendo
inoculada na cultura brasileira desde o período pós guerra.
O desmonte do
patriotismo brasileiro ocorreu por variados motivos:
Primeiro
Pela confusão primária do sentimento patriótico nacional com o nacionalismo fascista, cultivado no período do Estado Novo getulista sob inspiração do nazifascismo;
Pela confusão primária do sentimento patriótico nacional com o nacionalismo fascista, cultivado no período do Estado Novo getulista sob inspiração do nazifascismo;
Segundo
Em função da
postura internacionalista, pretensamente cosmopolita, desenvolvida pela
intelectualidade dita de esquerda no pós guerra, arraigada nos meios acadêmicos
ocidentais e recalcitrante por conta do acirramento histórico da guerra fria;
Terceiro –
Pela rejeição à “doutrina de segurança nacional” introduzida pelo regime militar, a partir do golpe de estado de 1964 – trauma ainda não superado pelas estruturas políticas, culturais e sociedade civil organizada brasileiras, passados mais de trinta anos do fim do período militar – rejeição esta que permitiu e permite ainda, aos iconoclastas, alimentar a confusão entre patriotismo e militarismo;
Pela rejeição à “doutrina de segurança nacional” introduzida pelo regime militar, a partir do golpe de estado de 1964 – trauma ainda não superado pelas estruturas políticas, culturais e sociedade civil organizada brasileiras, passados mais de trinta anos do fim do período militar – rejeição esta que permitiu e permite ainda, aos iconoclastas, alimentar a confusão entre patriotismo e militarismo;
Quarto –
Pelos efeitos da globalização consolidada após a queda do muro de Berlin – dentre eles a transnacionalização das relações culturais e a liquidação das diferenças e comportamentos regionais.
Pelos efeitos da globalização consolidada após a queda do muro de Berlin – dentre eles a transnacionalização das relações culturais e a liquidação das diferenças e comportamentos regionais.
Em todos esses
períodos em que ícones patrióticos foram impiedosamente demolidos, não cessaram
de pulular iconoclastas na condução dos programas e projetos educacionais de
relevância nacional.
Ainda que
iludidos de boa fé ou agarrados a uma postura idealista que beirava a
alienação, os quadros integrantes da inteligência nacional revelaram-se
descompromissados e levianos face aos interesses patrióticos.
Embevecidos com
o próprio protagonismo, acadêmicos, políticos, gestores públicos, educadores,
jornalistas, escritores, submeteram gerações de crianças e jovens a
comportamentos ideológicos pendulares, massificados e descompromissados com um
projeto de nação e de resgate dos valores da pátria.
No mundo, a
reação á essa iconoclastia foi e tem sido radical e violenta – tragédias e
conflitos armados, hoje, transcendem fronteiras, opondo religião, ecologismos e
populismos à sanha globalizante da economia mundial.
No Brasil, o
resultado dessa somatória de equívocos se traduziu na falta de identidade
nacional com as políticas públicas de ensino e na ausência absoluta de valores
morais na sociedade.
De fato, há uma
notória ausência de valor pessoal nos atores e personagens incumbidos tutela e
transmissão do civismo, da moral, da cidadania e do patriotismo no Brasil.
Aliás, Educação,
Moral e Civismo – uma vez confundidos com “entulho autoritário”, simplesmente
desapareceram como disciplina escolar, como conceitos basilares para a
convivência em sociedade e como valores a serem inoculados em nossas crianças.
Essa ausência de
valores pessoais é refletida na má qualidade hoje observada nos quadros
dirigentes do país, seja na academia, na justiça, forças de segurança,
organizações civis e, principalmente, no professorado.
Resultado:
Gerações e gerações de pessoas formadas nos cursos básico, intermediário e
superior, sem noção dos valores que constituem a pátria brasileira.
Crianças, jovens
e adultos submetidos a um ensino que não ensina. Reféns da ausência de história
(substituída pela “crítica” à história). Herdeiros de uma formação cultural que
não prestigia os elementos que formam a nação – pelo contrário: os segrega no
bojo de um revisionismo imbecilizante.
Não se sabe,
hoje, em qualquer nível de ensino, ou mesmo à testa dos três poderes da
República, quais são os símbolos, personagens e fatos constitutivos da nação
brasileira.
Miséria de
valores
Nelson
Rodrigues vaticinara que “os idiotas perderam a humildade”. Na verdade, esses
personagens rodriguianos assumiram as rédeas da condução das políticas
públicas. Para essa gente, nossos símbolos nacionais e seu significado
histórico, são “coisas do passado”.
Ora, a ideologia
é expressão social oriunda de segmentos economicamente articulados, que se
pretendem hegemônicos na sociedade politicamente organizada.
Sendo assim, é
patente que há uma ideologia expressando essa cultura iconoclasta que hoje
destrói, sem causa, nosso patriotismo.
Contestadores
“de tudo o que está aí” (seja lá o que ali esteja…), estão empenhados em
destruir expressões nacionalistas que julgam equivocadas.
Imbuídos em uma
espécie de revisionismo ideológico, esses quadros implementam programas
governamentais com efeitos funestos.
A letra do hino
nacional, hoje em dia, é conhecida e cantada corretamente por pequena parcela
da população. Isso ocorre porque governos iconoclastas e revisionistas, em
todas as esferas da federação, ABOLIRAM a execução do hino e do hasteamento à
bandeira nas escolas – do ensino básico á universidade.
O governo
federal aboliu do calendário nacional a comemoração do Dia da Bandeira, da data
oficial da descoberta do Brasil, do dia da República, etc.
Nas escolas – do
ensino fundamental ao superior – ninguém mais fala do significado e importância
dos símbolos nacionais. Aliás, não há nos currículos escolares qualquer
disciplina que ministre esse conhecimento como uma expressão nacional.
Geralmente a matéria é ministrada como curiosidade histórica.
Há repartições
públicas que nem mesmo hasteiam a bandeira nacional.
Várias são as
instituições privadas que mantém hasteado o pavilhão nacional. Porém,
inconscientemente, executam o hasteamento de forma desrespeitosa – permitem a
exposição de bandeiras desbotadas pela ação do tempo – submetidas às
intempéries climáticas e mantidas na penumbra da noite sem a devida iluminação.
Bandeira
nacional, em período de Copa do Mundo, vira estampa de peças íntimas ou roupas
sumárias, vira guardanapo, etc…
Cabe a pergunta:
o que visam esses “ideólogos”?
Talvez
pretendam, uma vez à testa dos aparelhos de Estado, a destruição do orgulho
nacional (em prol, quem sabe, de um governo “mundial”). Essa pretensão,
diga-se, é difusa, envolve gente à direita e à esquerda do espectro político
nacional e, bem entendido, vem se impondo há décadas, como já dito.
“O orgulho
nacional é para os países o que a auto-estima é para os indivíduos: uma
condição necessária para o aperfeiçoamento. O patriotismo é forma de orientação
política”, afirma o filósofo norte-americano Richard Rorty, professor de
literatura comparada e filosofia da Universidade de Stanford.
Por aqui, no
Brasil, os valores nacionais parecem estar em extinção, na mesma proporção da
autoestima do brasileiro.
No entanto, o
orgulho nacional permanece latente. De uma forma ou outra, periodicamente, ele
ressurge – ainda que na comemoração de uma vitória em um jogo de futebol (como
dizia Nelson Rodrigues: “a pátria de chuteiras”).
Assim, a miséria
de valores, imposta por décadas de iconoclastia militante contra os símbolos
nacionais, não destruiu de todo o sentido de pátria, o sentimento patritótico.
Há, portanto,
uma amalgama no inconsciente coletivo brasileiro, capaz de reverter essa desconstrução
nacional se devidamente despertado.
Com certeza, a
educação representa a saída.
Pobreza,
autoestima e educação
A identificação
com os valores da pátria faz toda a diferença na formação do cidadão. Sem essa
identificação o indivíduo não cultiva sua autoestima no seu lar, na sua rua, no
seu bairro, na sua cidade e no seu estado, quanto mais na defesa do País.
Sem esse
sentimento de pertencimento, não há como exercer o indivíduo a sua cidadania e,
ainda que a cidadania não se confunda com o patriotismo, o fato é que o
respeito devido pelo cidadão à sua pátria pressupõe aprendizado patriótico,
busca de dignidade.
O avanço da conbação
urbana ocorre, hoje, desacompanhado da presença efetiva do governo na melhoria
das condições de vida da população.
A economia,
nesse ponto, é determinante.
Não há
infraestrutura, educação, criação de espaços de lazer, arborização e segurança.
Imensos espaços comunitários permanecem destinados à marginalidade, relegados a
bairros-dormitórios destinados ao desprezo dos próprios ocupantes.
Nesse ambiente
deteriorado, há de se perguntar: que sentimento podem os jovens nutrir pelo
pedaço de chão onde vivem, se não se sentem queridos pelo Estado e não recebem
deste qualquer tipo de orientação ou suporte?
Grande parte dos
problemas relacionados à moral e ao civismo, está justamente na falta de
ambientação dos jovens ao bairro, à vizinhança, á comunidade onde moram.
A revolta contra
a ausência do Estado, muitas vezes resvala na perda do sentimento patriótico.
Os valores se confundem e a cidadania também se perde.
Mas, as agruras
econômicas e a ausência de políticas públicas de valorização ambiental, se por
um lado degradam a autoestima, por outro lado, não eliminam o sentimento de
pertencimento – que ao final e ao cabo, sempre se revela.
De fato, mesmo
diante dos desafios imensos advindos das diferenças sociais abissais que
vivemos no dia a dia, o sentimento de júbilo nos momentos em que ocorre algum
chamamento à mobilização – seja para comemorar uma vitória na Copa do Mundo,
seja para reunir centenas de milhares para protestar contra a corrupção, a
falta de políticas sociais e a insegurança pública – é sintomático de um
sentimento transcendente.
Com efeito, a
perda da autoestima por fatores econômicos e ambientais, em que pese atribuída
à pobreza material do brasileiro, não retira deste o sentimento de
pertencimento à pátria. Essa perda do sentido de pertencimento está,
efetivamente, vinculada à miserabilidade intelectual.
A miserabilidade
intelectual, contudo, é reversível – independe da situação econômica. Ela está
ligada ao grande compromisso da pátria com a educação de seu povo.
O remédio, a
saída, a cura, tudo enfim, está na educação!
Com efeito,
devemos resgatar a dignidade do patriotismo a partir da educação. E a educação
patriótica deve começar, efetivamente, no ensino básico.
Se nossos
governantes e seus áulicos nada entendem desse assunto, a história mostra que
uma única geração educada com esses valores poderá ter o condão de provocar
mudanças radicais.
A revolução se
inicia pela educação patriótica. Uma geração que assuma esse compromisso irá
iniciar o movimento, irá reivindicar, conquistar e implementar, com amor à
pátria, as mudanças necessárias e dignificar a Nação.
Países em
situação muito pior que o Brasil, desde o final da segunda grande guerra, e por
todos esses anos, promoveram revoluções por conta desse compromisso patriótico
com a educação: Coréia do Sul, Japão, China, Costa Rica, Uruguai e Chile
formaram bases invejáveis e despertaram enorme orgulho nacional,
independentemente da condição econômica circunstancial pela qual passaram.
A mudança está
no compromisso com uma educação patriótica. Talvez esse temor, o de ocorrer
mudanças, que impulsione os medíocres que nos governam há décadas, a implementar
a iconoclastia sem causa como padrão de deseducação nacional.
Valor, coragem e
rejeição à covardia
É preciso,
portanto, reagir.
A importância da
educação no desenvolvimento do patriotismo foi ressaltada pelo tenente-coronel
Ildefonso Bezerra Falcão Junior, comandante do 2º Batalhão de Polícia do
Exército de São Paulo, em reportagem do Portal Ambiente Legal. Nela, o militar
cita o exemplo das Forças Armadas no desenvolvimento do sentimento de
patriotismo em seus soldados.
“O Exército é
uma grande escola de cidadania. Aqui os jovens aprendem valores cívicos e
morais, que fazem toda diferença para um bom convívio em sociedade. E levam
isso para o resto de suas vidas”, afirma o coronel, que entende o civismo como
um sentimento de amor à pátria e de respeito uns pelos outros que deve ser
semeado desde a mais tenra idade.
O exército
brasileiro é instituição digna de respeito em todo o mundo. Soldados
brasileiros deram sua vida para libertar a europa do nazismo e participaram de
forma decisiva para a vitória das forças aliadas contra quem pretendia
disseminar o ódio de raças, o totalitarismo e a ditadura.
O aniversário da
vitória do mundo contra o grande mal do nazismo na segunda grande guerra,
festejada no último mês de maio, no entanto, sequer foi motivo de comemoração
digna de nota no Brasil.
A vitória das
forças aliadas mereceu desfiles e cerimônias em todo o resto do mundo,
transmitidas aos brasileiros pela midia nacional. No entanto, nada de relevante
foi feito a título de comemoração, aqui.
O fato é um
exemplo de como a falta de amor á pátria e a baixa auto-estima estão destruindo
não apenas o sentimento de pertencimento do brasileiro, como também a história
do Brasil e seu posicionamento no mundo.
Dar a vida por
uma causa justa é expressão do impulso patriótico.
Esse valor, o
impulso patriótico, diferencia o corajoso do covarde. Nações são construídas
por aquele e destruídas pelas mãos pusilânimes deste último.
Tratemos, pois,
de resgatar o patriotismo como valor.
O nosso respeito
e o respeito dos demais povos do planeta pelo Brasil, nossa pátria, e por nós
próprios, brasileiros, passa pelo reconhecimento do valor e pelo resgate do
patriotismo.