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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Você já ouviu falar do mundo Relativista?


O Historiador Paul Johnson, escreveu o livro “Tempos Modernos” e em seu primeiro capítulo ele fala de “Um MUNDO RELATIVISTA”, onde ele busca explicar os eventos históricos de nossa época. Esses eventos se iniciaram a partir da influência do pensamento de Einstein (pensamento esse não intencional), a Teoria da Relatividade - Relativização de Valores ( Física).

Em 1915 ninguém entendeu o que Einstein que nunca foi relativista moral, queria com a sua teoria, e assim começa a se desenvolver no final do século XIX e ganha força e persiste até os nossos dias a crença nas chamadas “soluções políticas”. Johnson argumenta com boa fundamentação que essas soluções políticas têm como causa a morte de DEUS decretada por Nietzche, este foi seguido por outros como Freud e Marx, levando para o lado moral e sendo assim não existindo mais o certo e o errado porque afinal “tudo é relativo”.
O Relativismo tira a responsabilidade do individuo pelos atos
Essa gênese relativista os valores morais até então inquestionáveis e aceitos voluntariamente durante séculos, valores fundamentais, como propriedade privada e as liberdades individuais começaram não apenas a ser questionados sob o ponto de vista moral ou jurídico, mas atacados sob o pretexto de que caberia ao ESTADO tomar as decisões mais importantes em todos os campos da existência humana, já que os “ iluminados” do governo saberiam o que era melhor para todos, para o coletivo, para o social.
O comunismo e o nazismo, foram consequências diretas desse vácuo de poder, Hitler, Lenin, como já não havia mais verdade absoluta tradicional e consagrada e tudo poderia ser relativizado. Isso levou a milhões de assassinados que pagaram o preço dessa sandice, ou porque se opunham às ideias das ditaduras e totalitarismo ou porque pertenciam a “ classes “ ou “raças”, tidas essas como lesivas ou prejudiciais aos interesses desses governos.
Se olharmos para alguns governos da américa do sul, vemos o poder pelo poder, no Brasil vivemos 16 anos de uma inversão de valores éticos, estéticos, do conhecimento, a destruição do fundamento da cultura ocidental, a experiência, o conhecimento do tempo e do espaço, do bem e do mal, da justiça e do direito, já não mereciam confiança.
Hoje vivemos outros ares, queremos uma mudança, que as 4 virtudes segundo os gregos a coragem, a sabedoria, a justiça e a temperança voltem a fazer parte da nossa realidade.
“ A ideia mais maligna do nosso tempo é que o ESTADO sabe o que é melhor para o individuo.”

Auro Barros
Veterano PE 82/83
Graduado em História pela Faculdade de São Paulo

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